Toxina botulínica é alternativa à cirurgia plástica

A evolução da toxina botulínica em tratamentos rejuvenescedores tem ocupado cada vez mais espaço nas clínicas dermatológicas e estéticas. Por se tratar de um procedimento minimamente invasivo, as intervenções com toxina botulínica já são consideradas um dos procedimentos estéticos mais realizados no mundo. Segundo dados da ASAPS – Sociedade Americana de Cirurgia Plástica, os procedimentos à base de toxina botulínica cresceram 504% desde 1997 contra 71% de aumento das cirurgias plásticas.

Segundo a Dra. Priscila Arruda, cirurgiã plástica, a toxina botulínica pode ser aplicada de forma preventiva, sob orientação médica. “O produto é uma alternativa segura aos procedimentos cirúrgicos da face. A aplicação da toxina botulínica tipo A retarda a necessidade de lifting endoscópico para levantar o olhar e a sobrancelha, além de evitar a cirurgia de papada na parte inferior da face”, conta a especialista. “A técnica de aplicação avançada da toxina botulínica aliada a preenchedores favorece o rejuvenescimento do terço médio do rosto, mas não substitui o lifting cirúrgico também conhecido como cirurgia de ruga”, diz.

Apesar de exibir resultados bem naturais e cicatrizes quase imperceptíveis, a cirurgia plástica ainda é a última alternativa para a maioria dos casos. “75% dos cirurgiões plásticos usam a toxina botulínica como primeira alternativa para tratar o terço superior da face, ao invés de indicar a cirurgia plástica para essa região. O efeito é discreto e natural se feito de forma individualizada de acordo com as peculiaridades e formas de cada rosto”, diz Dra. Priscila. A toxina botulínica promove ainda um bom rejuvenescimento com linhas harmoniosas em apenas algumas aplicações. “O procedimento é simples e pode ser realizado em consultório. Com apenas algumas gotas é possível amenizar linhas de expressão como vincos entre as sobrancelhas, rugas frontais e pés de galinha”, explica.

Os preenchedores também são ótimas alternativas para a substituição de gordura facial e para dar mais volume na parte média da face, principalmente nas maçãs e contorno do rosto. “Esse tipo de produto agrega ainda mais considerando o estímulo de colágeno, hidratando a pele e oferecendo uma aparência saudável”, afirma a médica. “Tanto a toxina botulínica quanto o preenchedor composto por micropartículas de hidroxiapatita de cálcio são indicados para casos menos severos, evitando horas cirúrgicas e cicatrizes, por menores que sejam”, completa.

Faça a escolha certa

De acordo com a Dra. Priscila Arruda, o mais importante é discutir sobre os procedimentos junto com o médico – dermatologista ou cirurgião plástico – antes de recorrer a procedimentos invasivos. “O mercado oferece diversos produtos com benefícios interessantes em curto prazo. A toxina botulínica de segunda geração tem ganhado mais espaço por não apresentar complexos proteicos e, portanto, menor chance de reações alérgicas ou resistência à aplicação”, orienta a médica.

O mercado já disponibiliza diversos tipos de produtos com fórmulas modernas e inovadoras, sempre em busca de melhores resultados. Dentre as marcas existentes estão o XEOMIN® – a única toxina botulínica tipo A livre de complexos proteicos e o Radiesse® – composto por micropartículas de hidroxiapatita de cálcio. Porém, cada produto apresenta uma característica que pode influenciar também no resultado.

Sobre a Merz-Biolab

A Merz-Biolab é uma joint venture formada em 2009 entre o laboratório alemão Merz Pharmaceuticals e o brasileiro Biolab para atuar no mercado estético e terapêutico. A parceria entre as duas empresas traz ao mercado brasileiro XEOMIN®, a única toxina botulínica tipo A livre de complexos proteicos e sem necessidade de refrigeração antes da reconstituição. Traz também o preenchedor Radiesse®, composto por micropartículas de hidroxiapatita de cálcio uniformes em tamanho e forma que garantem ao produto efeito imediato e duradouro, preenchendo e estimulando a produção de colágeno do próprio paciente.